segunda-feira, maio 13, 2013

NOVO MODELITO DE NECESSAIRE




Um trabalho muito gostoso de fazer!!
Super prática, dá para levar cartões, dinheiro e chaves!!!
Essas foram encomendas para o Dia das Mães.

quinta-feira, abril 18, 2013

TAREFA DO DIA




“Sua tarefa especial é a de ser como a brisa que, de forma incógnita, refresca e dá contentamento nos dias de calor. Quando suas ações são alimentadas por valores nobres como o amor, a compreensão e a harmonia, uma onda de energia doce e amiga preenche toda a atmosfera à sua volta naturalmente.”

Brahma Kumaris

sexta-feira, abril 12, 2013

Novos panos de prato com apliquê!



Fiz alguns panos de prato para uma encomenda e outros para dar presente para minha irmã e sobrinha.
Agora trabalhando na confecção de outros para uma nova remessa de encomendas.
Devagar vou trabalhando...porque já tive muita pressa!!!
Um lindo dia para vocês!!

quarta-feira, abril 03, 2013

REFLETINDO SOBRE SER MÃE


A boa mãe é aquela que vai se tornando desnecessária com o passar

do tempo. Várias vezes ouvi de um amigo psicanalista essa frase, e
ela sempre me soou estranha. Chegou a hora de reprimir de vez o
impulso natural materno de querer colocar a cria embaixo da asa,
protegida de todos os erros, tristezas e perigos. Uma batalha
hercúlea, confesso. Quando começo a esmorecer na luta para
controlar a super-mãe que todas temos dentro de nós, lembro logo da
frase, hoje absolutamente clara.
Se eu fiz o meu trabalho direito, tenho que me tornar desnecessária.
Antes que alguma mãe apressada me acuse de desamor, explico o que
significa isso.
Ser “desnecessária” é não deixar que o amor incondicional de
mãe, que sempre existirá, provoque vício e dependência nos filhos,
como uma droga, a ponto de eles não conseguirem ser autônomos,
confiantes e independentes. Prontos para traçar seu rumo, fazer suas
escolhas, superar suas frustrações e cometer os próprios erros
também. A cada fase da vida, vamos cortando e refazendo o cordão
umbilical. A cada nova fase, uma nova perda é um novo ganho, para os
dois lados, mãe e filho.
Porque o amor é um processo de libertação permanente e esse
vínculo não pára de se transformar ao longo da vida. Até o dia em
que os filhos se tornam adultos, constituem a própria família e
recomeçam o ciclo. O que eles precisam é ter certeza de que estamos
lá, firmes, na concordância ou na divergência, no sucesso ou no
fracasso, com o peito aberto para o aconchego, o abraço apertado, o
conforto nas horas difíceis.
Pai e mãe - solidários - criam filhos para serem livres. Esse é o
maior desafio e a principal missão.
Ao aprendermos a ser “desnecessários”, nos transformamos em porto
seguro para quando eles decidirem atracar.
"Dê a quem você Ama :
- Asas para voar...
- Raízes para voltar...
- Motivos para ficar... " 

segunda-feira, fevereiro 25, 2013

NOVAS PRODUÇÕES


Andei meio apagada aqui no blog mas tenho trabalhado bastante!!!
Vejam minhas últimas produções!
Gostaram???Novidades estão a caminho...

quarta-feira, janeiro 30, 2013

ANJO PIETRA! PIETRA ANJO!!

Domingo passado a família reuniu-se para juntos orarmos e abençoarmos a Pietra,anjinho de menina, que veio iluminar  e trazer felicidade à nossa família!
Pietra é neta de minha sobrinha mais nova, a Clarissa...uma vovó jovem e muito bonita.
Jade e Fábio  são seus pais, dois jovens que assumiram a responsabilidade de cuidar e amar essa gostosura de criança , que é a Pietra!!
Minha irmã já é bisavó e eu bitia, pode???

Os padrinhos da gatinha foram sua titia ,a Gigi e o Arthur, meu filho...A Camilla , minha filha foi a madrinha de consagração...foi ela que fez a oração e fez uma pequena palestra.Não houve um batizado porque os papais são de religiões diferentes e optaram por uma cerimônia com uma oração. 
Eu fiz as lembrancinhas do evento e só poderiam ser anjinhos, que por sinal ficaram bem a carinha dela!!
Pietra, um anjo em forma de gente, iluminando as vidas de nossa família.

segunda-feira, janeiro 28, 2013

Sobre a vida e a morte.

PARTIDA E CHEGADA


Quando observamos, na praia, um veleiro a afastar-se da costa, navegando mar a dentro, impelido pela brisa matinal, estamos diante de um espetáculo de beleza rara.

O barco, impulsionado pela força dos ventos, vai ganhando o mar azul e nos parece cada vez menor.
Não demora muito e só podemos contemplar um pequeno ponto branco na linha remota e indecisa, onde o mar e o céu se encontram.
Quem observa o veleiro sumir na linha do horizonte, certamente exclamará: "já se foi".
Terá sumido? Evaporado?
Não, certamente. Apenas o perdemos de vista.
O barco continua do mesmo tamanho e com a mesma capacidade que tinha quando estava próximo de nós.
Continua tão capaz quanto antes de levar ao porto de destino as cargas recebidas.
O veleiro não evaporou, apenas não o podemos mais ver.
Mas ele continua o mesmo.
“E talvez, no exato instante em que alguém diz: já se foi”, haverá outras vozes, mais além, a afirmar: "lá vem o veleiro".
Assim é a morte.
Quando o veleiro parte, levando a preciosa carga de um amor que nos foi caro, e o vemos sumir na linha que separa o visível do invisível dizemos: "já se foi".
Terá sumido? Evaporado?
Não, certamente. Apenas o perdemos de vista.
O ser que amamos continua o mesmo. Sua capacidade mental não se perdeu.
Suas conquistas seguem intactas, da mesma forma que quando estava ao nosso lado.
Conserva o mesmo afeto que nutria por nós. Nada se perde a não ser o corpo físico de que não mais necessita no outro lado.
“E é assim que, no mesmo instante em que dizemos: já se foi”, no mais além, outro alguém dirá feliz: "já está chegando".
Chegou ao destino levando consigo as aquisições feitas durante a viagem terrena.
A vida jamais se interrompe nem oferece mudanças espetaculares, pois a natureza não dá saltos.
Cada um leva sua carga de vícios e virtudes, de afetos e desafetos, até que se resolva por desfazer-se do que julgar desnecessário.
A vida é feita de partidas e chegadas. De idas e vindas.
Assim, o que para uns parece ser a partida, para outros é a chegada.
Um dia partimos do mundo espiritual na direção do mundo físico; noutro partimos daqui para o espiritual, num constante ir e vir, como viajores da imortalidade que somos todos nós.

Pensamentos de Victor Hugo (Espírito)

Do livro “A reencarnação através dos séculos” - Lair Lacerda